PNL, O Poder do Hábito e Coach. O que tudo isso tem haver com Gestão do Tempo?

Mas e ai pessoal, tudo certo?

Com a aproximação do final do ano, começam as reflexões sobre se este ano valeu a pena, o que ainda falta fazer, o que eu não vou conseguir fazer mais, e todo aquele balanço anual tradicional.

Pois pensando nisso, eu lembrei de tudo o que aconteceu neste ano, de todos os treinamentos que participei, dos cursos, e que ligação cada um tinha com a Gestão de Tempo.

Cada um contribuiu com um pedado de conhecimento, mudando pequenas partes para que no final, ainda falte um empurrãozinho pra você engrenar na boa gestão do seu tempo.

A contribuição da Programação Neurolinguística, é o entendimento do porque fazemos algumas coisas mesmo que nos atrapalhem. Onde alguns comportamentos estão gravados e como podem ser reprogramados para um resultado melhor. Você descobre que tem crenças que limitam o seu crescimento, que você nunca se deu conta de que tinha isso. Quando você apenas descobre que esta crença existe é libertador, mesmo ainda não tendo se desfeito desta crença.

Com a Neurolinguística você aprende a visualizar novas situações que farão você melhorar seu desempenho, fazendo você ganhar mais tempo.

Qual o hábito que você quer mudar?
Qual o hábito que você quer mudar?

A leitura do livro O Poder do Habito, foi muito revelador pra mim. Devorei ele rapidamente. Depois que comecei, não consegui  mais parar de ler.  Nele eu entendi como nasce  um hábito. Como o nosso cérebro  funciona na hora de criar ou substituir um hábito, qual o mecanismo e como usar o mesmo  processo para instalar  um bom  hábito.

Com esta informação, pude examinar hábitos que tinha e pude modificá-los ou ajustá-los para que eu pudesse ficar melhor. Alguns destes hábitos podem estar fazendo você perder tempo inconscientemente.

 

E fechando o ciclo esta o Coach. O coach via usar algumas ferramentas de PNL, vai promover o seu autoconhecimento, e descobrir porque você faz, o que faz. Vai te ajudar na definição do seu propósito, das coisas que são realmente importantes pra você, e vai te acompanhar nesta jornada para que você ande com as próprias pernas.  Comportamentos são  entendidos, assimilados e modificados, e a figura do Coach esta ali para ser o facilitador destas descobertas.

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Este é o objetivo do Coach em Gestão de Tempo ou Time Coaching, ajudar você a ter mais tempo, pra você e para o seu trabalho e sua família.

Afinal, tudo esta conectado!

Grande abraço,

Gérson.

 

 

Acompanhamento prático Neotriad = mudança de hábitos.

Durante todo o ano passado, tenho feito o acompanhamento prático do Neotriad com diversas iniciantes da metodologia da Triad.

Quando imaginei este acompanhamento, quis fazê-lo o mais simples possível!  O mais informal possível pra que não ficasse massante ou distante, já que faço ele quase que completamente por e-mail, e reuniões online. O Objetivo era ensinar os primeiros passos para aqueles que precisavam botar  um pouco de ordem na sua vida profissional, ou até, pessoal.

Neste tempo, notei que um padrão se repete:

  1. Começo – euforia.
  2. 1º mês – dificuldades de adaptação (normal).
  3. 2º mês – uma dificuldade de ver razão em persistir, em acreditar no resultado.
  4. 3º mês – desistência.

Claro que o processo é diferente pra cada pessoa, afinal todos tem suas particularidades, problemas específicos, acúmulo de tarefas, etc.

Neste ponto é que minha ajuda alcança seu limite. Não posso, usando este tipo de acompanhamento, ficar ao lado do aluno, dizendo o que ele tem que fazer. É preciso ter “força de vontade” pra persistir e acreditar que é possível mudar alguns hábitos, em prol de um resultado melhor.

Quando percebi isso, mudei a abordagem simplificando um pouco mais o processo, começando com UMA coisa de cada vez, e personalizando ao máximo o atendimento. Escolhi objetivos mais simples, e fáceis de serem alcançados para que alguns resultado surgisse, e continuasse motivando o aluno a continuar.

Todos conhecem aquela máxima que diz que se você quer resultados diferentes, tem que fazer as coisas de maneira diferente. Fácil dizer, difícil de fazer.

Quando li O Poder do Hábito, me dei conta que o que faltava para isso funcionar, era alterar a recompensa. Quando vocês lerem o livro, verão que qualquer hábito e formato por uma tríade (que coincidência…):

Deixa – Rotina – Recompensa

Quando recebemos uma deixa, entramos automaticamente na rotina (execução), com o objetivo de chegar na recompensa (mental, física, emocional ou espiritual).

Exemplo: Quando temos que fazer uma tarefa grande e chata (deixa), procrastinamos ao máximo (rotina), para que o dia acabe, e possamos ir embora, ou botar a culpa pela não-execução em alguém, assim nos livrarmos da tarefa (recompensa = alívio mental)

Este é como eu vejo o  Loop do  hábito da procrastinação

Você faz isso?

O livro diz que mudando a rotina, ou  a recompensa, podemos modificar o hábito (de procrastinar a tarefa chata).

No caso do padrão que percebi nos acompanhamentos, a deixa era diminuir a angústia de não ter tempo pra nada. A rotina era mudar a maneira de tratar suas tarefas e compromissos e a recompensa era uma vida mais equilibrada.

Mas aos poucos, o cérebro, volta à uma rotina pré-estabelecia, e que dá menos trabalho, que é procrastinar, deixar pra depois, empurrar com a barriga, porque a recompensa chega mais rápido; se livrar da tarefa chata, e ter a sensação de alívio.

Me corrijam se eu estiver errado!

Abraço,

Gérson.

O Poder do Hábito, na gestão do tempo.

Comprei ele totalmente por acaso, seguindo minha teoria que o livro é que escolhe o leitor, não o contrário!

Estava passeando na livraria com a minha doce Patrícia, ela comprou um livro, e brincando, eu disse que também queria um! Então olhei e achei interessante  o título “….porque fazemos o que fazemos na vida e nos negócios”.

Qual o hábito que você quer mudar?
Qual o hábito que você quer mudar?

Não consegui mais desgrudar do livro. Ele sabia coisas sobre mim que eu mesmo desconhecia!  Não tenho a menor pretensão de explicar o que ele explica no livro (que indico fortemente), mas achei várias ligações com o nosso assunto da gestão do tempo, porque muitas coisas que fazemos hoje, e que nos fazem perder tempo, fazemos sem nos darmos conta!

Por isso alguns devem perguntar como o dia passou tão rápido que eu não vi? Porque podem ter passado dia fazendo coisas que nem se dão conta, puro hábito, que não mereceu nem ser registrado com louvor pelo cérebro.

Me dei conta que em muitas coisa eu faço sem pensar, porque o meu cérebro já gravou isso como uma rotina, e me liga no piloto automático, e faço como um robô.

Incrível!

Quando vocês lerem o livro, vão saber melhor que eu estou falando, mas vou tentar dar uma explicação breve disso.

Quanto temos uma situação não conhecida, como dirigir até uma padaria nova, nosso cérebro entra em total alerta, nossos sentidos estão no máximo de suas percepções, e estamos atentos a tudo, porque precisamos encontrar esta padaria nova que ainda não conhecemos, em uma rua que não estivemos antes. Alerta toral, cérebro em total atividade.

À medida, que vamos indo mais seguido nesta padaria, nosso cérebro, vai gravando novas partes do caminho, e vamos gastando cada vez menos energia para chegar lá. Até chegar o ponto que vamos sem quase pensar, porque o cérebro já gravou todo o percurso, sinaleiras, paradas, locais para estacionar, horários, tudo.

Virou um hábito! Como tantos outros que temos.Tanto que as vezes nos perguntam porque fazemos tal coisa, e a resposta é “não sei”.

A utilidade desta informação é que podemos modificar um parte do hábito, e transformá-lo em algo mais útil, ou mais agradável, ou ainda, mais produtivo.

O resto vou deixar para o outro post.

Qual hábito que você tem, que te deixa improdutivo?

Escreva um comentário pra compartilhar com a gente! No próximo post eu conto um meu, ok?

Pra entender melhor, veja este vídeo sobre o livro.

Abraço,

Gérson.