Vida Complicada?

Afinal quem não tem?

Celular, filhos, trabalho, sogra, pensar o que os outros estão pensando, faculdade, pensar o que os outros vão pensar de ti, etc..

É não e fácil!

Mas o quando desta complicação não é você mesmo que esta fazendo? O quando desta confusão não é auto-provocada? Quantas destas pedras no seu caminho, não foi você mesmo que colocou?

Você esta tirando, ou carregando esta pedra?

Porque afinal, só respeitamos quem fica até mais tarde no trabalho, quem leva trabalho pra casa, quem está sempre ocupado, quem recusa convites de amigos por que esta ocupado, quem diz que não tira férias à cinco anos? Minha filha diria que isso vem da era da Revolução Industrial, onde os trabalhadores eram convencidos que trabalhar até morrer era o símbolo de homem sério e responsável, que pensar em si mesmo era egoismo, e isso é feio!

Notícia: A revolução industrial já acabou! O Mundo não acabou em 21/12/2012! O mundo mudou!

Reveja o mundo ao seu redor porque ele já não é mesmo de quando tu era só uma criança. Muitas crenças não valem mais. Produtividade esta ligada mais à qualidade do que você entrega do que à quantidade. E pra isso trabalhar até mais tarde todos os dias não quer dizer nada. A não ser que você é desorganizado e bagunçado.

Dê uma boa olhada nos seus problemas, e veja se eles existem mesmo, ou são fruto da sua imaginação, pra poder dar uma satisfação pra alguém!

Com um pouco de organização, sua vida pode ser bem melhor e mais arejada. Mais feliz!

Faça uma lista do que você tem que PARAR  de fazer! Cancele aqueles compromissos que você marca só por pressão social, mas que não te levam a lugar nenhum. Pare de colocar os outros na sua frente. Como você pode cuidar de alguém se não cuida de si mesmo??

Então pare de reclamar, e comece a segunda-feria com uma vassoura na mão disposto a fazer uma faxina na sua rotina.

Escreva pra mim ser precisar de ajuda.

Grande Abraço,

Gérson.

Faxina de Ano Novo!

Nestas últimas semanas, fiz minha faxina de ano novo.

Fiz uma coisa que estava querendo fazer há muito tempo. Abri o meu guarda-roupas e tirei tudo pra fora.

Enquanto separava as roupas que queria, eu pensava em quem eu queria me tornar no próximo ano. As roupas que se encaixavam nessa visão ficavam, as outras foram doadas.

Resolvi tomar esta atitude depois que li o livro do Arthur Bender, o Personal Branding – Construindo sua Marca Pessoal. Assim pude alinhar minha marca pessoal, ao que sou.

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Isso também estava alinhado com o que eu quero para o próximo ano, que será de mudanças. Revendo meus planos para 2014, decidi parar com alguns projetos porque não estavam dando resultado, e dar atenção a outros que estavam na fila de espera. Meu critério de seleção para os projetos que vou tocar, e os que vou abandonar, foi a diferença entre persistência e teimosia. Você sabe a diferença? Simples!! Se o projeto não esta dando resultado, mas você continua a tocá-lo, isso é teimosia, não persistência.

Então tem algumas mudanças previstas para este ano. No blog, na empresa, na vida mesmo.

Aproveite este início do ano pra fazer uma faxina naquilo que esta trancando a sua vida.

Grande abraço, e feliz 2014.

Gérson.

Ano Novo, Vida Nova. Esqueça o passado, e comece do zero!

Eu acredito que esta é uma das melhores épocas do ano.   Em alguns dias teremos um ano inteiro para planejar e levar a vida pra onde queremos. Não é sensacional??

Imagine!! Uma oportunidade para repensar a vida, o trabalho, os relacionamentos, fazer  um grande balanço geral. Jogar no lixo o que não serve mais, abrir espaço para coisas novas, trabalhos novos, relacionamentos novos, arejar os armários e a alma. Deixar o sol entrar naquele canto da alma que não pega luz em condições normais.

É tempo de mudança!

E você!!?? O  que vai mudar?

Se estava esperando uma oportunidade, ela chegou! Agora é a hora!! Lembre do último final de ano, quando você ficou  com preguiça de mudar a sua vida e decidiu empurrar com a barriga mais um ano de frustrações?  Se tivesse feito isso  no ano passado, já estaria mais perto do seus sonhos agora.

Novos Horizontes

Quando um aluno novo começa comigo pra fazer o acompanhamento para iniciantes do Neotriad, a primeira coisa que faço, é uma grande faxina, pedindo que o aluno junte toda a papelada que esta sobre sua mesa, e transforme ela  em três pilhas de papéis ( … uma tríade, que coincidência….) Uma deve ser a pilha das coisas que vão para o lixo, porque já perderam a utilidade e não servem mais pra nada. A segunda pilha é a do Arquivo, onde estarão todas as coisas resolvidas, e que só ainda não foram guardadas.  E a mais importante, é a pilha que sobrou, a pilha de papéis que requerem alguma ação sua para serem resolvidos.

Esta tática além de tirar um peso dos ombros, da uma sensação de liberdade incrível. O que facilita muito a tarefa de planejar o futuro.

É preciso cabeça fresca para poder pensar para frente.

Experimente, e depois me conte como foi: euusoneotriad@yahoo.com.br

Abraço,

Gérson.

Ano novo, novos planos!

Afinal, esta cedo para planejar 2014?

2014 promete. Vai ser uma ano de mudanças, de melhorias.

Um ano inteiro pra mover a nossa vida pra onde queremos. Tirar os velhos planos da gaveta, tirar o pó dos velhos sonhos, lembrar que um dia estivemos super exitados com uma ideia maluca que acabamos deixando guardada para quando tivermos “tempo” de executá-la (ou seja, nunca).

Pra qual lista dar maior atenção?
Pra qual lista dar maior atenção?

As possibilidades para o ano que vem são ilimitadas. Podemos dar uma virada na vida,  e mudar o curso para onde queremos. Deixar de ouvir os outros sobre o que deveríamos fazer, e tomar leme da nossa vida.

Difícil? Não! O mais difícil disso é decidir o que queremos. Depois disso o resto é fácil, e divertido, porque cada aperto que passamos é um passo na direção que queremos.

Você não tem plano nenhum para o próximo ano, então vai poder começar do zero. Caso você já tenha planos andando, é hora de fazer ajustes e ver se cabe mais algum junto.

Hoje respondi um comentário de um leitor sobre a inclusão de Metas e Projetos, como fazer, o que colocar, quantos projetos colocar dentro de uma meta, etc. Essas são dúvidas comuns para os iniciantes do Neotriad.

Como não posso decidir por você o que você quer, então vou dar  uma mãozinha mostrando como colocar seus planos no Neotriad de forma prática, incluindo Metas e Projetos, na nova versão do Neotriad (que ficou muito boa, e ainda vai ficar melhor).  A princípio vão ser três posts/tutoriais da série  “como fazer”,  mostrando como incluir Metas, depois um ou dois subprojetos e terminando os compromissos e tarefas recorrentes.

Estes exemplos poderão ser replicados para quase qualquer situação, assim você vai poder usá-los como base para incluir seus planos para o ano que vem.

Se tiver alguma sugestão de assunto ou plano para eu usar no meu exemplo, é só escrever.

Grande abraço,

Gérson.

Dnª. Francisca.

Passei boa parte da minha infância na casa da Dnª. Francisca.

Era uma casa de madeira, com um grande pátio nos fundos, onde ralei meus joelhos inúmeras vezes. Na parte de trás do terreno, havia um pequeno pomar com algumas árvores e um galinheiro. Havia também uma goiabeira, onde subia de olhos fechados até os últimos galhos, para preocupação constante da Dnª. Francisca.

Pude brincar de todas as coisas possíveis e imagináveis naquele pátio, que me queimava os pés no horário do meio dia. A sombra que a casa projetava no pátio era o limite da brincadeira. Quando  minha bola ficava “presa” no “lado iluminado” do meu mundo, e era preciso uma vassoura, ou uma corrida rápida para resgatá-la, pra o meu lado habitável.

Cresci.

Dnª. Francisca veio morar conosco.

Ela acompanhou minha adolescência e minha entrada na vida adulta.

Um dia, eu percebi que a Dnª. Francisca iria me deixar.

Então tratei de aproveitar!

Dava abraços longos e apertados todos os dias, e sempre que a encontrava, conversava com ela sempre dando atenção ao que ela falava, atendia suas solicitações com préstimo, agradecendo pela chance de  poder ajudá-la. Levava ao hospital pra o tratamento paliativo já que o seu problema não tinha solução, esperava lá até que fosse atendida, comprava seus panos brancos no mercado público para que pudesse bordar seus panos de prato, buscava suas linhas, levei para rever sua irmã, ficava sentado no sofá vendo novela e segurando sua mão e, com um sorriso acalentador, segurei a bandeja inoxidável do hospital para lhe amparar, quando nem o tratamento paliativo adiantava mais, e nesse ponto, ela com dificuldade, esboçando  um sorriso, me disse baixinho: “obrigado!”

Foi a última vez que vi minha Vó Chiquinha!

Durante todo o processo fúnebre que se seguiu, não senti necessidade nem vontade de chorar. Tinha feito tudo o que podia, tinha dado toda a atenção que podia, tinha dado abraços apertados repetidas vezes, tinha enchido ela de beijos sempre que a encontrava, não sentia culpa por não ter deixado de dizer algo, ou por não ter feito algo. Amigos e parentes próximos, batiam às portas do desespero, querendo mais um minuto pra por seus assuntos com minha vó  em dia, mas já era tarde.

Como é bom dar atenção ao que é realmente importante na vida, e não deixar pra depois! Aproveitei todo o tempo que tive com minha Vó Chiquinha, e tenho certeza que ela também.

Tenho certeza que tu também vai se sentir assim, se não deixar o importante pra depois.

Grande abraço,

Gérson.

 

É, tenho escrito pouco!

Olá gente.

Tenho escrito pouco  por aqui é verdade.

Minha vida ficou um pouco mais acelerada com o começo da pós graduação, que aliás foi muito bem planejada, e entrou no momento certo. E  com este planejamento, veio também as aulas e os trabalhos para fazer, e todas as apostilas, e livros pra ler!

Minha vida ficou acelerada, mas não enlouquecida. O problema não é a velocidade, e sim a direção em que se esta indo.

Se você trabalha infeliz, em  um lugar que não gosta, você já acorda cansado, e sem vontade nenhuma de sair da cama, amaldiçoando o universo porque hoje é terça, e não domingo. O Facebook esta cheio destes posts, dizendo que odeiam segunda-feira, e adoram a sexta, porque sabem que vão se livrar da penúria que é ir ao trabalho.

Ao contrário, quando se esta fazendo algo com tesão, com prazer, alguns problemas se tornam menores e quase irrelevantes, e fazem você fazer coisas que antes pareciam impossíveis. Alguns tormentos da vida como acordar cedo no sábado pela manhã pra ir pra faculdade, passam a ser esperados e você acorda cheio de energia, toma café sorrindo e vai logo pra chegar na hora.

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Bom, felizmente eu não sou assim! Gosto do que faço, e todo dia penso em maneiras de melhorá-lo.

Então apesar da vida acelerada, o equilíbrio esta mantido.

Quando se tem muita coisa pra fazer, e o dia esta ficando curto, é hora de deixar de fazer alguma coisa em nome do seu equilíbrio. E uma das coisas que tive que diminuir foram os post aqui no blog. Desculpem!

Mas continuo respondendo às dúvidas e todos os e-mails que chegam, portanto fiquem á vontade para escreverem quando quiserem!

Grande abraço,

Gérson.

Acompanhamento prático Neotriad = mudança de hábitos.

Durante todo o ano passado, tenho feito o acompanhamento prático do Neotriad com diversas iniciantes da metodologia da Triad.

Quando imaginei este acompanhamento, quis fazê-lo o mais simples possível!  O mais informal possível pra que não ficasse massante ou distante, já que faço ele quase que completamente por e-mail, e reuniões online. O Objetivo era ensinar os primeiros passos para aqueles que precisavam botar  um pouco de ordem na sua vida profissional, ou até, pessoal.

Neste tempo, notei que um padrão se repete:

  1. Começo – euforia.
  2. 1º mês – dificuldades de adaptação (normal).
  3. 2º mês – uma dificuldade de ver razão em persistir, em acreditar no resultado.
  4. 3º mês – desistência.

Claro que o processo é diferente pra cada pessoa, afinal todos tem suas particularidades, problemas específicos, acúmulo de tarefas, etc.

Neste ponto é que minha ajuda alcança seu limite. Não posso, usando este tipo de acompanhamento, ficar ao lado do aluno, dizendo o que ele tem que fazer. É preciso ter “força de vontade” pra persistir e acreditar que é possível mudar alguns hábitos, em prol de um resultado melhor.

Quando percebi isso, mudei a abordagem simplificando um pouco mais o processo, começando com UMA coisa de cada vez, e personalizando ao máximo o atendimento. Escolhi objetivos mais simples, e fáceis de serem alcançados para que alguns resultado surgisse, e continuasse motivando o aluno a continuar.

Todos conhecem aquela máxima que diz que se você quer resultados diferentes, tem que fazer as coisas de maneira diferente. Fácil dizer, difícil de fazer.

Quando li O Poder do Hábito, me dei conta que o que faltava para isso funcionar, era alterar a recompensa. Quando vocês lerem o livro, verão que qualquer hábito e formato por uma tríade (que coincidência…):

Deixa – Rotina – Recompensa

Quando recebemos uma deixa, entramos automaticamente na rotina (execução), com o objetivo de chegar na recompensa (mental, física, emocional ou espiritual).

Exemplo: Quando temos que fazer uma tarefa grande e chata (deixa), procrastinamos ao máximo (rotina), para que o dia acabe, e possamos ir embora, ou botar a culpa pela não-execução em alguém, assim nos livrarmos da tarefa (recompensa = alívio mental)

Este é como eu vejo o  Loop do  hábito da procrastinação

Você faz isso?

O livro diz que mudando a rotina, ou  a recompensa, podemos modificar o hábito (de procrastinar a tarefa chata).

No caso do padrão que percebi nos acompanhamentos, a deixa era diminuir a angústia de não ter tempo pra nada. A rotina era mudar a maneira de tratar suas tarefas e compromissos e a recompensa era uma vida mais equilibrada.

Mas aos poucos, o cérebro, volta à uma rotina pré-estabelecia, e que dá menos trabalho, que é procrastinar, deixar pra depois, empurrar com a barriga, porque a recompensa chega mais rápido; se livrar da tarefa chata, e ter a sensação de alívio.

Me corrijam se eu estiver errado!

Abraço,

Gérson.

O Poder do Hábito, na gestão do tempo.

Comprei ele totalmente por acaso, seguindo minha teoria que o livro é que escolhe o leitor, não o contrário!

Estava passeando na livraria com a minha doce Patrícia, ela comprou um livro, e brincando, eu disse que também queria um! Então olhei e achei interessante  o título “….porque fazemos o que fazemos na vida e nos negócios”.

Qual o hábito que você quer mudar?
Qual o hábito que você quer mudar?

Não consegui mais desgrudar do livro. Ele sabia coisas sobre mim que eu mesmo desconhecia!  Não tenho a menor pretensão de explicar o que ele explica no livro (que indico fortemente), mas achei várias ligações com o nosso assunto da gestão do tempo, porque muitas coisas que fazemos hoje, e que nos fazem perder tempo, fazemos sem nos darmos conta!

Por isso alguns devem perguntar como o dia passou tão rápido que eu não vi? Porque podem ter passado dia fazendo coisas que nem se dão conta, puro hábito, que não mereceu nem ser registrado com louvor pelo cérebro.

Me dei conta que em muitas coisa eu faço sem pensar, porque o meu cérebro já gravou isso como uma rotina, e me liga no piloto automático, e faço como um robô.

Incrível!

Quando vocês lerem o livro, vão saber melhor que eu estou falando, mas vou tentar dar uma explicação breve disso.

Quanto temos uma situação não conhecida, como dirigir até uma padaria nova, nosso cérebro entra em total alerta, nossos sentidos estão no máximo de suas percepções, e estamos atentos a tudo, porque precisamos encontrar esta padaria nova que ainda não conhecemos, em uma rua que não estivemos antes. Alerta toral, cérebro em total atividade.

À medida, que vamos indo mais seguido nesta padaria, nosso cérebro, vai gravando novas partes do caminho, e vamos gastando cada vez menos energia para chegar lá. Até chegar o ponto que vamos sem quase pensar, porque o cérebro já gravou todo o percurso, sinaleiras, paradas, locais para estacionar, horários, tudo.

Virou um hábito! Como tantos outros que temos.Tanto que as vezes nos perguntam porque fazemos tal coisa, e a resposta é “não sei”.

A utilidade desta informação é que podemos modificar um parte do hábito, e transformá-lo em algo mais útil, ou mais agradável, ou ainda, mais produtivo.

O resto vou deixar para o outro post.

Qual hábito que você tem, que te deixa improdutivo?

Escreva um comentário pra compartilhar com a gente! No próximo post eu conto um meu, ok?

Pra entender melhor, veja este vídeo sobre o livro.

Abraço,

Gérson.