Dnª. Francisca.

Passei boa parte da minha infância na casa da Dnª. Francisca.

Era uma casa de madeira, com um grande pátio nos fundos, onde ralei meus joelhos inúmeras vezes. Na parte de trás do terreno, havia um pequeno pomar com algumas árvores e um galinheiro. Havia também uma goiabeira, onde subia de olhos fechados até os últimos galhos, para preocupação constante da Dnª. Francisca.

Pude brincar de todas as coisas possíveis e imagináveis naquele pátio, que me queimava os pés no horário do meio dia. A sombra que a casa projetava no pátio era o limite da brincadeira. Quando  minha bola ficava “presa” no “lado iluminado” do meu mundo, e era preciso uma vassoura, ou uma corrida rápida para resgatá-la, pra o meu lado habitável.

Cresci.

Dnª. Francisca veio morar conosco.

Ela acompanhou minha adolescência e minha entrada na vida adulta.

Um dia, eu percebi que a Dnª. Francisca iria me deixar.

Então tratei de aproveitar!

Dava abraços longos e apertados todos os dias, e sempre que a encontrava, conversava com ela sempre dando atenção ao que ela falava, atendia suas solicitações com préstimo, agradecendo pela chance de  poder ajudá-la. Levava ao hospital pra o tratamento paliativo já que o seu problema não tinha solução, esperava lá até que fosse atendida, comprava seus panos brancos no mercado público para que pudesse bordar seus panos de prato, buscava suas linhas, levei para rever sua irmã, ficava sentado no sofá vendo novela e segurando sua mão e, com um sorriso acalentador, segurei a bandeja inoxidável do hospital para lhe amparar, quando nem o tratamento paliativo adiantava mais, e nesse ponto, ela com dificuldade, esboçando  um sorriso, me disse baixinho: “obrigado!”

Foi a última vez que vi minha Vó Chiquinha!

Durante todo o processo fúnebre que se seguiu, não senti necessidade nem vontade de chorar. Tinha feito tudo o que podia, tinha dado toda a atenção que podia, tinha dado abraços apertados repetidas vezes, tinha enchido ela de beijos sempre que a encontrava, não sentia culpa por não ter deixado de dizer algo, ou por não ter feito algo. Amigos e parentes próximos, batiam às portas do desespero, querendo mais um minuto pra por seus assuntos com minha vó  em dia, mas já era tarde.

Como é bom dar atenção ao que é realmente importante na vida, e não deixar pra depois! Aproveitei todo o tempo que tive com minha Vó Chiquinha, e tenho certeza que ela também.

Tenho certeza que tu também vai se sentir assim, se não deixar o importante pra depois.

Grande abraço,

Gérson.

 

Acompanhamento prático Neotriad = mudança de hábitos.

Durante todo o ano passado, tenho feito o acompanhamento prático do Neotriad com diversas iniciantes da metodologia da Triad.

Quando imaginei este acompanhamento, quis fazê-lo o mais simples possível!  O mais informal possível pra que não ficasse massante ou distante, já que faço ele quase que completamente por e-mail, e reuniões online. O Objetivo era ensinar os primeiros passos para aqueles que precisavam botar  um pouco de ordem na sua vida profissional, ou até, pessoal.

Neste tempo, notei que um padrão se repete:

  1. Começo – euforia.
  2. 1º mês – dificuldades de adaptação (normal).
  3. 2º mês – uma dificuldade de ver razão em persistir, em acreditar no resultado.
  4. 3º mês – desistência.

Claro que o processo é diferente pra cada pessoa, afinal todos tem suas particularidades, problemas específicos, acúmulo de tarefas, etc.

Neste ponto é que minha ajuda alcança seu limite. Não posso, usando este tipo de acompanhamento, ficar ao lado do aluno, dizendo o que ele tem que fazer. É preciso ter “força de vontade” pra persistir e acreditar que é possível mudar alguns hábitos, em prol de um resultado melhor.

Quando percebi isso, mudei a abordagem simplificando um pouco mais o processo, começando com UMA coisa de cada vez, e personalizando ao máximo o atendimento. Escolhi objetivos mais simples, e fáceis de serem alcançados para que alguns resultado surgisse, e continuasse motivando o aluno a continuar.

Todos conhecem aquela máxima que diz que se você quer resultados diferentes, tem que fazer as coisas de maneira diferente. Fácil dizer, difícil de fazer.

Quando li O Poder do Hábito, me dei conta que o que faltava para isso funcionar, era alterar a recompensa. Quando vocês lerem o livro, verão que qualquer hábito e formato por uma tríade (que coincidência…):

Deixa – Rotina – Recompensa

Quando recebemos uma deixa, entramos automaticamente na rotina (execução), com o objetivo de chegar na recompensa (mental, física, emocional ou espiritual).

Exemplo: Quando temos que fazer uma tarefa grande e chata (deixa), procrastinamos ao máximo (rotina), para que o dia acabe, e possamos ir embora, ou botar a culpa pela não-execução em alguém, assim nos livrarmos da tarefa (recompensa = alívio mental)

Este é como eu vejo o  Loop do  hábito da procrastinação

Você faz isso?

O livro diz que mudando a rotina, ou  a recompensa, podemos modificar o hábito (de procrastinar a tarefa chata).

No caso do padrão que percebi nos acompanhamentos, a deixa era diminuir a angústia de não ter tempo pra nada. A rotina era mudar a maneira de tratar suas tarefas e compromissos e a recompensa era uma vida mais equilibrada.

Mas aos poucos, o cérebro, volta à uma rotina pré-estabelecia, e que dá menos trabalho, que é procrastinar, deixar pra depois, empurrar com a barriga, porque a recompensa chega mais rápido; se livrar da tarefa chata, e ter a sensação de alívio.

Me corrijam se eu estiver errado!

Abraço,

Gérson.

O Poder do Hábito, na gestão do tempo.

Comprei ele totalmente por acaso, seguindo minha teoria que o livro é que escolhe o leitor, não o contrário!

Estava passeando na livraria com a minha doce Patrícia, ela comprou um livro, e brincando, eu disse que também queria um! Então olhei e achei interessante  o título “….porque fazemos o que fazemos na vida e nos negócios”.

Qual o hábito que você quer mudar?
Qual o hábito que você quer mudar?

Não consegui mais desgrudar do livro. Ele sabia coisas sobre mim que eu mesmo desconhecia!  Não tenho a menor pretensão de explicar o que ele explica no livro (que indico fortemente), mas achei várias ligações com o nosso assunto da gestão do tempo, porque muitas coisas que fazemos hoje, e que nos fazem perder tempo, fazemos sem nos darmos conta!

Por isso alguns devem perguntar como o dia passou tão rápido que eu não vi? Porque podem ter passado dia fazendo coisas que nem se dão conta, puro hábito, que não mereceu nem ser registrado com louvor pelo cérebro.

Me dei conta que em muitas coisa eu faço sem pensar, porque o meu cérebro já gravou isso como uma rotina, e me liga no piloto automático, e faço como um robô.

Incrível!

Quando vocês lerem o livro, vão saber melhor que eu estou falando, mas vou tentar dar uma explicação breve disso.

Quanto temos uma situação não conhecida, como dirigir até uma padaria nova, nosso cérebro entra em total alerta, nossos sentidos estão no máximo de suas percepções, e estamos atentos a tudo, porque precisamos encontrar esta padaria nova que ainda não conhecemos, em uma rua que não estivemos antes. Alerta toral, cérebro em total atividade.

À medida, que vamos indo mais seguido nesta padaria, nosso cérebro, vai gravando novas partes do caminho, e vamos gastando cada vez menos energia para chegar lá. Até chegar o ponto que vamos sem quase pensar, porque o cérebro já gravou todo o percurso, sinaleiras, paradas, locais para estacionar, horários, tudo.

Virou um hábito! Como tantos outros que temos.Tanto que as vezes nos perguntam porque fazemos tal coisa, e a resposta é “não sei”.

A utilidade desta informação é que podemos modificar um parte do hábito, e transformá-lo em algo mais útil, ou mais agradável, ou ainda, mais produtivo.

O resto vou deixar para o outro post.

Qual hábito que você tem, que te deixa improdutivo?

Escreva um comentário pra compartilhar com a gente! No próximo post eu conto um meu, ok?

Pra entender melhor, veja este vídeo sobre o livro.

Abraço,

Gérson.

Essa é uma experiência interessante! Retribuir a ajuda que tive no início do aprendizado da metodologia, é o que me motiva para dar uma mãozinha para aqueles que precisam ser mais produtivos! Lembro bem das dificuldades que tinha, e vejo que elas se repetem nos novos usuários. Mas se eu consegui, tenho certeza que outros conseguirão! Mas no fundo sou eu quem deve agradecer, porque ensinar é a melhor forma de aprender!
Abraço,
Gérson.

Usando a Neurolinguística a seu favor!

Esse assunto é bem interessante, Neurolinguística!

Ela mostra como nossa mente funciona, e como podemos manipulá-la para que tenhamos hábitos melhores, através de pequenos truques!

No início achei que fosse algo do tipo “Engane a si mesmo”, mas não é. Nossa mente é uma ferramenta poderosa que é mal usada. Então resolvi fazer um teste em uma área muito difícil. Emagrecer.

No livro que li “Poder sem Limites” do Anthony Robbins, descobri que eu gravo coisas de maneira visual. Tenho que olhar e VER para gravar e aprender. (Por isso gosto de fazer a minha programação do ano desenhando barras coloridas no papel. Veja o post). Outas pessoas aprendem as coisas de maneira auditiva, outras ainda de maneira cinestésica.

Bom, eu tinha uma “programação mental” de não gostar de salada. Porque quando eu era adolescente, eu tive um problema odontológico, que mesmo depois de ter ido ao dentista, fiquei com sensibilidade a alimentos frios. (Sorvete não! Interessante minha programação né?). Então a partir dai, eu associei a salada com dor, fazendo com que eu não gostasse dela!

Pois bem, para “reprogramar” minha mente eu tinha que retirar esta programação antiga gravada na minha memória, e colocar uma nova. Mas como? Ainda não dá pra entrar no Modo de Segurança e alterar apenas algumas linhas do meu código.

Como eu sou VISUAL, o truque é imaginar uma tela mental branca e colocar uma imagem de um belo prato de salada, brilhante, iluminado, suculento, com cores vibrantes e muito apetitoso. Ao lado, um belo prato de picanha (sim, sou gaúcho), assada no ponto, com aquela capa de gordura derretendo por dentro da carne, com uma bela guarnição pra acompanhar.

Coloquei o prato de salada na parte superior direta desta tela, e mantive ele brilhante, saboroso, muito colorido, e com uma imagem grande. O prato de picanha deve ser colocado no canto inferior esquerdo, com uma imagem pequena, mal iluminada, escurecida mesmo quase preto e branco.

Depois disso associei as agradáveis sensações que tinha quando via um prato de picanha, ao prato de salada, agora bem iluminado e gostoso. E atribui ao prato de picanha a sensação de incômodo e dor que tinha pela salada antes.

Ilustrado fica melhor!

Colorido, satisfação, eu magro, brilhante, iluminado.
Colorido, satisfação, eu magro, brilhante, iluminado.
Gordura Crua e fria. Dor. Incômodo.
Gordura Crua e fria. Dor. Incômodo.

Me diga sinceramente, qual dos dois deu  vontade de comer??

Pois é, e assim pretendo emagrecer os quilos que me acompanham!

O mesmo serve para modificar outros hábitos improdutivos do seu dia a dia, como deixar pra fazer tudo na última hora (porque esta é a sua programação mental), ou ficar enrolando enquanto tem trabalho te esperando!

Pense no que você esta fazendo  que é ruim pra sua produtividade, e lembre de onde saiu este hábito. Vai ser o primeiro passo para mudá-lo.

Quem quiser ver a foto original da picanha, pra ver a sua boca salivar só olhando a foto, o link esta aqui.

Abraços,

Gérson.

Construa sua solução!

Olá!

Um dos livros que mais me impressionou quando li anos atras, foi “Paratii Entre Dois Pólos” do Amyr Klink.  Eu já tinha lido o “Cem dias Entre o Céu e o Mar” e tinha ficado fascinado pela história, e da maneira como ele tinha resolvido os problemas, além de naturalmente remar, da África até o Brasil.

Mas o que mais me marcou foi que ele começou a construção do barco pelo fim. Ele sabia das dificuldades de invernar na Antártida, sabia das dificuldades de navegar até lá, e a partir dai ele começou a construção do Paratii, moldando o barco para suportar cada problema. Me marcou também o momento em que, em uma reunião com um patrocinador, ele recebeu uma proposta pra fazer o barco com outro material, mais fácil e incrivelmente mais barato, que o projeto inicial, e ele disse não! Dias depois a proposta dele foi aprovada por unanimidade. Deste episódio ficou a frase: “O que importa é o material que é feito a sua vontade”!

Se a solução não existe, construa uma.
Se a solução não existe, construa uma.

Construa a sua solução!

Se você olha para os lados e não vê nenhuma solução para o seu problema, construa uma! Invente uma solução que resolva seu problema! Decida o que você quer para este ano, e crie as condições para que isso aconteça! Veja onde você quer chegar, veja o que é preciso para chegar lá e construa.

Se para tornar realidade o seu projeto, você tem que mudar algum hábito, invente, crie, faça acontecer. Claro que existe um método pra fazer isso, e para saber o que você quer, mas este post não se trata disso, se trata de dizer que é possível construir uma solução do nada, do vazio, inventada por você mesmo!

Veja, que se aquele magrinho conseguiu construir um barco de alumínio, patrocinado por uma empresa que fabrica aço, você também pode persistir e construir a sua solução!

Abraços,

Gérson.

Planejando a Semana – Tutorial.

Planejando a Semana.

Quando comecei a usar o Neotriad, planejar a semana era uma dificuldade, porque não conseguia ver como o planejamento poderia funcionar. Eram muitas variáveis e coisas que podiam acontecer durante a semana que podiam fazer o meu planejamento ser inútil. E isso me desestimulava.

A saída para esta natural preocupação, era algo estranhamente simples; “Deixe espaço para o imprevisto”. Quando li isso do Christian eu achei engraçado, porque dizia para eu reservar um “tempo” para aquelas coisas imprevisíveis! Algo como mandar um recado para o Murphy (lei de Murphy), para que ele mandasse os imprevistos entre às 15h30min e 16h00min horas. Mas depois fez todo o sentido deixar espaço para o imprevisível. Porque quando ele acontecesse, eu poderia jogar as tarefas para outro horário e teria tempo para dar atenção ao Murphy.

Outro motivo é que é melhor ter um planejamento ruim do que não ter nenhum.

Desde então, quando planejo minha semana, deixo um espacinho para o Murphy, não enchendo todo o meu horário com tarefas.

Outra coisa muito importante quando se planeja a semana é que enquanto você pensar no que vai acontecer nos próximos sete dias, você vai lembrando-se de pequenas atividades que você precisa fazer, como insights, e daí você tem a chance de colocá-los na programação.

Muito bem, cabeça e mãos à obra.

Comece o planejamento da semana clicando no ícone “Planejar a semana” em “Meu Dia”.

Planejando a Semana 01

Ira abrir a tela que mostrará como estão teus índices, e como foi o seu planejamento da semana passada.

Passo 1 – Análise da Semana Anterior.

Planejando a Semana 02

Mostrará sua tríade da última semana, e com andam a execução das tuas metas.

Planejando a Semana 03

Mais abaixo você verá a distribuição dos teus papéis, e o teu gráfico de equilíbrio. Também mostrará o teu gráfico de “Papéis Ideais” e “Equilíbrio Ideal”. Este gráfico é gerado baseado nas informações que você preencheu editando sua “Identidade”. Se ainda não fez isso, a hora é agora. Veja como:

Planejando a Semana 03.1

Esta comparação é pra você poder visualizar o quanto distante daquilo que VOCÊ acha ideal na divisão do teu tempo, esta a tua programação real.  E para você fazer os ajustes necessários.

Depois disto, vá para o próximo passo.

Planejando a Semana 04

Passo 2 – Distribua sem tempo em seus papéis.

Planejando a Semana 05

Coloque na sua programação da próxima semana, aqueles papéis que ficaram para trás na última semana. Você faz isso clicando e segurando em “Estudante” e arrastando para o dia em que você vai cumprir aquele papel. Quando você largar no dia, abre uma janela para inclusão de uma tarefa ou compromisso. Legal não é??

Faça isso com cada um dos teus papéis. Agora é a hora e marcar aquela janta com a esposa (o), aquele cineminha com as crianças, de começar aquele relatório, de passear com o cachorro (essa é para Natasha), de ligar para sua mãe, e dizer que quarta-feira esta indo almoçar com ela, e mais todas aquelas coisas que você vive reclamando que não tem tempo pra fazer. Ha não deu tempo de ligar pra você, estou na correria mãe não pude passar ai, não posso ir ao happy hour porque preciso entregar o relatório, e blá, blá, blá…

Cada vez eu você coloca uma tarefa ou compromisso em um dia, ele automaticamente soma o tempo que você colocou para esta tarefa. Veja isso no círculo verde mostrado na imagem.

Faça mesma coisa para o seu “Equilíbrio”. Clique e segure em “Físico”, e arraste para o sábado pra dar aquela caminhada com a esposa no parque, ou para aquela sessão extra de pedalada na academia, pra compensar o final de ano.

Você também pode clicar e segurar em uma tarefa pré-existente, e arrastá-la para de um dia que ficou cheio, para outro que esteja mais folgado. Você pode excluir uma tarefa ou compromisso se clicar/segurar e largar na lixeira, como mostra a linhas na cor marrom. Se você precisar mudar a data de um compromisso para além desta semana, solte no colendário. Aparecerá uma pequena janelinha onde tu vai poder colocar a nova data da tarefa.

Passo 3 – Metas – Agende as atividades das metas da semana.

Planejando a Semana 06

O mecanismo é o mesmo do passo anterior, mas agora você vai olhar para as metas que você tem, e vai colocar alguma atividade que façam elas irem para frente. Alguma tarefa ou compromisso que faça você dar um passo na direção da sua meta.

A metodologia da Triad do Tempo diz que você deve usar a rega 8 – 4 – 2, que diz que você deve ter no máximo oito metas no ano, destas metas quatro devem ser trabalhadas durante o mês, e apenas duas durante a semana. Achou pouco? Não é! Somadas a todas as outras atividades que você tem normalmente, estas duas tarefas ou compromissos relacionados às suas metas, é um grande passo na direção daquilo que você quer.

Passo 4 – Projetos & Organização Pessoal.

Planejando a Semana 07

O mecanismo segue o mesmo, mas agora dando atenção aos projetos que você tem, e a alguma organização pessoal de ajuste nos dias que ficaram muito cheios, ou naqueles que estão muito vazios.

Passo 5 – Tarefas sem data.

Planejando a Semana 08

Caso você tenha incluído alguma tarefa durante a semana, e ainda não tinha uma data para executá-la, Este é o momento de definir quando ela deverá ser feita.

Depois disso, clique em “Finalizar”, e a sua programação estará completa, e a sua semana vai ser produtiva, e vai fazer você seguir em frente.

Se você fizer esta programação da semana a cada sete dias, você vai ganhar  uma medalha!

Planejando a Semana 09

Parabéns, você é um Planejador.

Deixe os seus amigos e colegas saberem disso, compartilhando esta sua medalha no Facebook. Se você já estiver logado no Facebook, ele irá direto para lá. Se não, uma janela irá abrir pedindo que você faça login no Facebook para poder compartilhar sua medalha.

Escreva alguma coisa para acompanhar sua medalha!

Planejando a Semana 10

Uma confirmação irá aparecer, dizendo que foi publicado no Facebook com sucesso.

Planejando a Semana 11

Depois é só checar, pra ver como ficou sua medalha publicada.

Planejando a Semana 12

Eu faço este planejamento da semana no domingo, naquele momento de ócio que surge no final da tarde e início da noite, quando começo a pensar que no outro dia, vamos começar uma nova semana de trabalho.

Bom, espero que este tutorial seja útil pra te ajudar a ser mais planejado, e que este planejamento te deixe mais produtivo e feliz. Porque afinal, é pra isso que tudo isso serve!

Deixe um comentário para me contar como foi a sua programação!

Grande abraço,

Gérson.