Essa é uma experiência interessante! Retribuir a ajuda que tive no início do aprendizado da metodologia, é o que me motiva para dar uma mãozinha para aqueles que precisam ser mais produtivos! Lembro bem das dificuldades que tinha, e vejo que elas se repetem nos novos usuários. Mas se eu consegui, tenho certeza que outros conseguirão! Mas no fundo sou eu quem deve agradecer, porque ensinar é a melhor forma de aprender!
Abraço,
Gérson.

Usando a Neurolinguística a seu favor!

Esse assunto é bem interessante, Neurolinguística!

Ela mostra como nossa mente funciona, e como podemos manipulá-la para que tenhamos hábitos melhores, através de pequenos truques!

No início achei que fosse algo do tipo “Engane a si mesmo”, mas não é. Nossa mente é uma ferramenta poderosa que é mal usada. Então resolvi fazer um teste em uma área muito difícil. Emagrecer.

No livro que li “Poder sem Limites” do Anthony Robbins, descobri que eu gravo coisas de maneira visual. Tenho que olhar e VER para gravar e aprender. (Por isso gosto de fazer a minha programação do ano desenhando barras coloridas no papel. Veja o post). Outas pessoas aprendem as coisas de maneira auditiva, outras ainda de maneira cinestésica.

Bom, eu tinha uma “programação mental” de não gostar de salada. Porque quando eu era adolescente, eu tive um problema odontológico, que mesmo depois de ter ido ao dentista, fiquei com sensibilidade a alimentos frios. (Sorvete não! Interessante minha programação né?). Então a partir dai, eu associei a salada com dor, fazendo com que eu não gostasse dela!

Pois bem, para “reprogramar” minha mente eu tinha que retirar esta programação antiga gravada na minha memória, e colocar uma nova. Mas como? Ainda não dá pra entrar no Modo de Segurança e alterar apenas algumas linhas do meu código.

Como eu sou VISUAL, o truque é imaginar uma tela mental branca e colocar uma imagem de um belo prato de salada, brilhante, iluminado, suculento, com cores vibrantes e muito apetitoso. Ao lado, um belo prato de picanha (sim, sou gaúcho), assada no ponto, com aquela capa de gordura derretendo por dentro da carne, com uma bela guarnição pra acompanhar.

Coloquei o prato de salada na parte superior direta desta tela, e mantive ele brilhante, saboroso, muito colorido, e com uma imagem grande. O prato de picanha deve ser colocado no canto inferior esquerdo, com uma imagem pequena, mal iluminada, escurecida mesmo quase preto e branco.

Depois disso associei as agradáveis sensações que tinha quando via um prato de picanha, ao prato de salada, agora bem iluminado e gostoso. E atribui ao prato de picanha a sensação de incômodo e dor que tinha pela salada antes.

Ilustrado fica melhor!

Colorido, satisfação, eu magro, brilhante, iluminado.
Colorido, satisfação, eu magro, brilhante, iluminado.
Gordura Crua e fria. Dor. Incômodo.
Gordura Crua e fria. Dor. Incômodo.

Me diga sinceramente, qual dos dois deu  vontade de comer??

Pois é, e assim pretendo emagrecer os quilos que me acompanham!

O mesmo serve para modificar outros hábitos improdutivos do seu dia a dia, como deixar pra fazer tudo na última hora (porque esta é a sua programação mental), ou ficar enrolando enquanto tem trabalho te esperando!

Pense no que você esta fazendo  que é ruim pra sua produtividade, e lembre de onde saiu este hábito. Vai ser o primeiro passo para mudá-lo.

Quem quiser ver a foto original da picanha, pra ver a sua boca salivar só olhando a foto, o link esta aqui.

Abraços,

Gérson.

Construa sua solução!

Olá!

Um dos livros que mais me impressionou quando li anos atras, foi “Paratii Entre Dois Pólos” do Amyr Klink.  Eu já tinha lido o “Cem dias Entre o Céu e o Mar” e tinha ficado fascinado pela história, e da maneira como ele tinha resolvido os problemas, além de naturalmente remar, da África até o Brasil.

Mas o que mais me marcou foi que ele começou a construção do barco pelo fim. Ele sabia das dificuldades de invernar na Antártida, sabia das dificuldades de navegar até lá, e a partir dai ele começou a construção do Paratii, moldando o barco para suportar cada problema. Me marcou também o momento em que, em uma reunião com um patrocinador, ele recebeu uma proposta pra fazer o barco com outro material, mais fácil e incrivelmente mais barato, que o projeto inicial, e ele disse não! Dias depois a proposta dele foi aprovada por unanimidade. Deste episódio ficou a frase: “O que importa é o material que é feito a sua vontade”!

Se a solução não existe, construa uma.
Se a solução não existe, construa uma.

Construa a sua solução!

Se você olha para os lados e não vê nenhuma solução para o seu problema, construa uma! Invente uma solução que resolva seu problema! Decida o que você quer para este ano, e crie as condições para que isso aconteça! Veja onde você quer chegar, veja o que é preciso para chegar lá e construa.

Se para tornar realidade o seu projeto, você tem que mudar algum hábito, invente, crie, faça acontecer. Claro que existe um método pra fazer isso, e para saber o que você quer, mas este post não se trata disso, se trata de dizer que é possível construir uma solução do nada, do vazio, inventada por você mesmo!

Veja, que se aquele magrinho conseguiu construir um barco de alumínio, patrocinado por uma empresa que fabrica aço, você também pode persistir e construir a sua solução!

Abraços,

Gérson.